Dúvidas e questões aleatórias sobre política e (des)governança nesses tempos de covid

Por Bruno Thys


O Brasil tem hoje quatro presidentes: um de manhã, outro á tarde e um terceiro á noite. O quarto faz os plantões de domingo. Todos muito ruins. - Alguém sabe se o ministro da Saúde “testou pra anemia”? - Tudo na China é grande, inclusive a margem de erro. O país corrigiu o número de vítimas do corona em 40%. - D”us é brasileiro. Nenhuma novidade. A surpresa é que o diabo, também. A Bíblia diz que a besta do apocalipse virá sob forma de homem e se apresentará como... “o messias”. - Os dados do Imperal College sobre a pandemia no mundo - somados ao quadro caótico produzido por bolsonaro - indicam que o pior lugar do mundo é aqui e agora. - Até bem recentemente, o país acordava já com a crise do dia em curso. Agora, há de duas a três, em média por dia. - Quem mais agride a imprensa é o bolsonaro e nesse sentido, aliás, ele é democrático: agride da mesma forma e com a mesma grosseria, veículos, donos de veículos, colunistas e repórteres. - A corrupção endêmica no país se torna epidêmica em épocas pandêmicas. O comércio de equipamentos pra saúde funciona a pleno vapor em regime de emergência, portanto sem concorrência. O escândalo da hora no setor público é o dos “respiradores fantasmas”. A autoridade pública paga fortunas a um fornecedor de fachada por algo que não existe. - Bolsonaro instaurou no país a “filhocracia absolutista”, regime semelhante aos que precederam a democracia no Ocidente. Ele Fez retroagir o relógio da História em uns 5 séculos. - O mundo mudou mesmo. Leio que o Moro deu um “unfollow” no twitter do bolsonaro. Um divórcio digital nada amigável. - A expressão mais usada para definir o trabalho dos militares que orbitam em torno do bolsonaro é “tentar demover”. A julgar pelo noticiário, o cargo de “demovedor geral da nação” é ocupado pelo tal de general Heleno.